A renuncia do eu, a renuncia das vontades, dos prazeres, dos instintos, a renuncia nada mais é que ser humano, em desenvolver e praticar nosso diferencial do resto dos animais, a racionalidade. Se analisarmos, a maioria dos animais, incluindo os humanos, têm um instinto de dominancia, esse instinto serve para que as fêmeas de uma espécie escolham um parceiro para reproduzir, o que poderam protege-la, e aos filhos. Isso é ainda irracional, assim como a beleza, a beleza é definida pelo padrão que temos, em uma sociedade como a nossa, é facilmente influenciada pela midia, sendo a mesma, ditadora de padrões de beleza. Mas ainda temos nossos rostos familiares, o nosso padrão normalmente é de acordo com a fisionomia e personalidade comum para nós. Instinto. A atração fisica, a necessidade sexual, na verdade são apenas instintos de preservação da raça, passar os genes em diante. Isntinto. Somos ainda animais, seguimos nossos instintos, apesar da ilusão da sociedade e seus valores. Então analisando isso, podemos nos dar conta do porquê de muitas coisas, o porquê de muitos ligarem pro bem material, eles precisam demonstrar dominancia, superioridade. Instinto. O porquê de muitas optarem pelo musculoso, pois além da mobilidade do quadril, é a proteção, que, convenhamos, no mundo comtemporaneo, na nossa sociedade, não precisamos mais nos defender como na pré-história. A beleza também se inclue nesse pacote de superioridade, pois é mais um modo de comparação, além da questão do amor eros, o amor aparente. Agora, conscientizando-se de toda nossa irracionalidade, discutamos a vontade, a vontade nada mais é que a pratica de nossos valores e principios, do que aprendemos ser bom ou ruim, ser bem ou ser mal, que foi nos passada por todas as exposições de valores anteriores a formação da nossa opinião, ou seja, nossa opinião é apenas a influencia de diversos valores, na maioria das vezes. Então, agora que vemos o quão animais somos, poderiamos então raciocinar sobre o mundo, tentando não levar para o aspecto instintivo. A renuncia então pode vir mais fácil, não parece mais absurdo, pois agora você entende que não há realmente o certo e o errado, o bem e o mal, são apenas interpretações, interpretações essas que na maioria das vezes são apenas reflexos do reflexo que nossos entes foram, que os entes que nossos companheiros de mundo foram, e que raramente são reanalisadas.
gostei deste seu blog também, obrigado pela visita e pelo comentário. Embora o blog esteja parado há alguns meses, foi realmente incentivador para uma retomada. Visite também o meu blog para assuntos mais filosóficos http://www.haikaicomsapos.galhos.net
ResponderExcluirAbraço.
Não foi nada, eu que agradeço pelo seu blog, e por ter o trabalho de ler esse meu blog.
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